O norte-americano Wyndham Clark isolou-se na liderança do US Open após a terceira volta, disputada no Shinnecock Hills Golf Club, em Nova Iorque, ampliando a vantagem para seis pancadas sobre os perseguidores. O golfista de 30 anos encontra-se em posição privilegiada para conquistar o primeiro major da carreira, segundo a Record.
Ronda consistente sustenta liderança
Clark assinou uma volta ao par do campo neste sábado, com um eagle, dois birdies e três bogeys, beneficiando do desempenho irregular dos adversários diretos para reforçar a vantagem em duas pancadas. O líder segue agora com -7, sustentado sobretudo na excelente primeira ronda de quinta-feira, quando assinou seis abaixo do par.
A principal ameaça ao domínio de Clark é o compatriota Scottie Scheffler, atual número um mundial, que realizou 69 pancadas na terceira volta com quatro birdies e três bogeys, mantendo-se a seis pancadas do líder com um total de -1. No mesmo grupo de perseguidores seguem os também norte-americanos Sahith Theegala e Sam Stevens, além do sul-coreano Tom Kim.
Movimento nos lugares de perseguição
O argentino Emiliano Grillo protagonizou a subida mais expressiva do dia, escalando 40 posições após uma notável ronda de 67 pancadas (-3). O latino-americano mais bem colocado ocupa agora o sexto lugar, com o par do campo, a sete pancadas de Clark.
Entre os favoritos pré-torneio, o norte-irlandês Rory McIlroy sofreu um revés significativo ao marcar +3, caindo na classificação. O tetracampeão de majors, que procura o primeiro título num grande torneio desde 2014, terá uma missão difícil na ronda final. Também entre os sul-americanos, o chileno Joaquín Niemann segue com +5, o espanhol Ángel Hidalgo com +7 e o colombiano Nicolás Echevarría com +9.
O que esperar na ronda final
Com uma vantagem confortável de seis pancadas, Clark precisará de manter a regularidade demonstrada nos primeiros três dias para conquistar o troféu do US Open. No entanto, o campo histórico de Shinnecock Hills, conhecido pela sua dificuldade e greens rápidos, pode ainda reservar surpresas na derradeira jornada dominical. Scheffler, apesar da distância considerável, possui experiência em majors e não pode ser descartado numa eventual recuperação.



